Dá vontade de divagar sobre isso, sobre aquele dia e aquele
outro também. Na verdade sobre você. E o teclado falou por mim (.....................)
no momento que eu te olhava. Eu entendia como uma infinidade de pensamentos
diversos. Era certo que eu sabia bem pouco, porém o suficiente para o momento. Alguns
diálogos desconexos me levaram a perceber certa conexão que me atraiu numa
estranha relação. Mas como não? Afinal de contas era eu. Eu só sabia que o meu
jeito de te ver era diferente do clichê que sussurravam por ai, pelos bares e
confusões. Eu já tinha lido a sinopse e fiquei na vontade louca de ver o filme,
porém temia o final, uma vez que já tinham me dado uma prévia. Ainda assim eu
queria assistir porque me lembrava de que liberdade de interpretação existe, a
mesma história pode ter um fim para mim e um para você e assim me surpreender
com um final inesperado e impactante. Mas talvez não. Talvez fosse bem confuso,
bem viajado e hipotético. Sei lá, divaguei.
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