sábado, 13 de dezembro de 2014
A que(m) será que se destina?
sexta-feira, 21 de novembro de 2014
NÃO/SOU
Eu sou de Exú, de Yemanjá
quinta-feira, 6 de novembro de 2014
MSQSM
quarta-feira, 29 de outubro de 2014
Fora
segunda-feira, 27 de outubro de 2014
Pára!
domingo, 12 de outubro de 2014
quarta-feira, 24 de setembro de 2014
O outro lado
domingo, 21 de setembro de 2014
domingo, 14 de setembro de 2014
[des]construção
Uma reconstrução repentina,
não houve muito tempo para elaborar,
não houve muito o que pensar,
não houve muito o que esperar.
Me bate a primeira sensação de reconhecimento do fato.
Um misto de êxtase e adoração com um certo medo do novo.
Saudade de algumas coisas, alguns cheiros, alguns cantos, alguns amores.
Paixão por novos cheiros, novos cantos, e futuros amores.
Balanceia-se assim.
Uma pausa.
Quatro horas e meia.
[des]construiu-se o assunto aqui escrito.
E assim vai a minha vida,
"navegável a barquinhos de papel".
domingo, 17 de agosto de 2014
Cegueira
quinta-feira, 17 de julho de 2014
Seja-te
segunda-feira, 7 de julho de 2014
Partida
O silêncio do café da manhã, quase insuportável não fosse o barulho das torradas
sendo mordidas, nos dizia tanta coisa, nos dizíamos muitas coisas, caladas, entre
olhares.
Sentada eu via, em meio a toda aquela bagunça que por incrível que pareça era
minha, o lugar do inicio, meio e fim, que presenciou amor, ódio, solidão, confidências,
bebedeiras, cantorias, alegrias.
O primeiro lugar que pude chamar de MEU, que me acolheu mais do que poderia
imaginar, que trouxe a liberdade, a independência, a nova experiência.
Ficava agora para trás, com novas pessoas, novas vidas, novas histórias.
Ali sonhei, planejei, idealizei, amei, chorei, frustrei, desacreditei, pensei.
Eterno enquanto durou. Deu certo.
As malas prontas, o sonho desfeito, o desejo rompido, e a sensação de que tudo que
podia foi vivido.
terça-feira, 24 de junho de 2014
Movimento
sexta-feira, 30 de maio de 2014
O amanhã
Alguns já diziam que todo carnaval tem seu fim, que o pra sempre sempre acaba, que tristeza não tem fim, felicidade sim... E por ai vai.
Estamos tão habituados em ouvir, porém tão despreparados para sentir.
"Desilusão, desilusão, danço eu, dança você na dança da solidão."
A verdade é que existe um ciclo:
Conhece, apaixona, namora, ama, termina, sofre, desapega, respira, conhece, apaixona, namora... até encontrar alguém que o quebre, ou que mude algumas etapas.
O diferencial nesses ciclos são as experiências, as vivências, as maneiras de se relacionar, os aprendizados, a intensidade, o nível de felicidade...
Mas a dor, essa dor... Seja por um dia, uma semana, um mês, um ano, é dor.
Acredito ser ela maior ainda quando essa tal variação, na maioria dos aspectos, seja positiva.
Em contrapartida, acredito ser menor por ter sido tão bom, por ter vivido isso um dia, por ter amado, por ter sido amada, tomada por felicidade, por irradiar alegria, por gozar do prazer, da excitação, do tesão, da emoção... por ter tentado.
Mas ainda assim, é dor. Mas está tudo certo, isso é apenas a parte "sofre" do ciclo.
As vezes é triste entender ou melhorar algumas coisas só depois que tudo se acaba, porém é satisfatório saber que ao menos isso me fará melhor.
"O futuro a Deus pertence!" Clichê. Mas de certa forma é isso, " O que será o amanhã? Responda quem puder. O que irá me acontecer? O meu destino será como Deus quiser."
Com força, foco e fé!
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
O masoquismo em mim
Esses minutos parada, alienada do mundo,
pela janela mato em movimento, por dentro som e sentimento.
Saudade de que nem sei, de quem nem sei, só sei.
E vi que até do que não tenho saudade senti.
Uma dor gostosa de gostar do que não se gosta.
Sofrer em silêncio, algo que nem tem sofrimento, sofrimento que nem tem algo.
Prazeroso momento, dor e desalento.
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